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28 de set. de 2014

TCP bate recorde na movimentação de cargas refrigeradas


O TCP (Terminal de Contêineres de Paranaguá), 2º maior terminal de contêineres da América do Sul, atingiu em agosto número recorde na movimentação de cargas refrigeradas (reefer), com 6.507 contêineres, sendo 95% deles destinados à exportação e 5% à importação. O volume representa mais de 162 mil toneladas de carnes.
O número é o maior dos últimos dois anos e reflete, além do crescimento das exportações brasileiras de carnes bovinas, suínas e de frango, a estrutura oferecida pelo TCP para os exportadores, como o maior parque de tomadas reefer entre os portos brasileiros (2.812 tomadas) e o ramal ferroviário com acesso direto ao Terminal.


Juarez Moraes e Silva, diretor superintendente comercial do TCP, informa que o Terminal deve fechar 2014 com a movimentação de 70 mil contêineres refrigerados, valor aproximadamente 15% maior do que no ano anterior.
“O TCP vem trabalhando em parceria com os produtores para oferecer a infraestrutura e a agilidade necessárias para atender o crescimento das exportações brasileiras de congelados, reduzindo os custos em toda a cadeia e o tempo trânsito destas cargas”, destaca Moraes e Silva, lembrando a ampla experiência e tradição do Terminal nesta área. “Ao longo dos últimos anos desenvolvemos parcerias de longo prazo com toda a cadeia de valor do setor, como produtores, processadoras, transportadores e armazéns, com o objetivo de ampliar a exportação de congelados no Paraná”.


Entre as empresas que vem se destacando na exportação de congelados via Paranaguá estão a BRF/Sadia, a JBS, aves e bovinos, as cooperativas UniFrango e as cooperativas vinculadas a Cotriguaçu, bem como os frigoríficos Tyson, Frigoastra e VPR. Entre os principais destinos dos congelados brasileiros estão a Ásia e a Europa.
Fonte: TCP

27 de abr. de 2012

Porto de Paranaguá: 1,5 milhões de contêineres a partir de 2013

INÍCIO DO PROJETO - Em 2008 o Terminal de Contêiners de Paranaguá (TCP) apresentava à Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) seus planos de expandir sua área arrendada e a construção de um novo berço de atracação dedicado a contêineres além dos dois já existentes.

No final de 2008, o então Superintendente da APPA Daniel Lúcio O. de Souza e o  Diretor-Presidente do TCP Juarez Moraes e Silva encaminharam para aprovação do Conselho de autoridade Portuária (CAP) que o aprovou, e na seqüência, foram à Brasília para apresentar à Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ) o projeto aprovado e solicitar autorização à obra de expansão, o que ocorreu em 2009.

Superadas estas etapas, viria o grande desafio: Licenciamento ambiental. IBAMA ou IAP?

O TCP contratou consultorias para os procedimentos, que chegaram a um ponto de difícil superação, pois o IBAMA considerava que o novo berço público para contêineres, embora fosse custeado pelo próprio TCP, fazia parte do licenciamento global dos Portos do Paraná e trataria o tema como tal, além de não admitirem que o IAP - Instituto ambiental do Paraná tivesse competência para licenciá-lo, contrariando a Resolução Conama 237... mas esta é outra estória.

Terminal de contêineres do porto de Paranaguá: à esquerda, os atuais dolphins serão substituiídos pela expansão de mais 315 metros de cais (3º berço).

No final de 2009 assinamos um Termo de Ajuste de Conduta (TAC), onde APPA, IBAMA e IAP acordavam com o licenciamento por Brasília com base nos requisitos estabelecidos pelo órgão ambiental federal.

A partir de Dezembro de 2009 a APPA e sua equipe acelerou os trabalhos ambientais com a parceria ajustada com o TCP para que o EIA/RIMA do porto contemplasse as obras de expansão, dragagens, gestão de resíduos entre outros programas.

Com a saída de Daniel Lúcio da Superintendência da APPA em abril de 2010 estes trabalhos foram interrompidos, até que o IBAMA interditou o porto de Paranaguá em julho daquele ano por descumprimento do TAC.


A Associação Comercial de Paranaguá (ACIAP) na presidência de Yahia Hamud, coordenou um mutirão financeiro para que a comunidade portuária financiasse os estudos ambientais e contrataram a consultoria Acquaplan Ltda., que já estava trabalhando para o TCP.

A partir do final de 2010, a licenças por parte do IBAMA começaram aos poucos ser emitidas:  dragagem de manutenção dos berços, no final de 2011 a dragagem de manutenção dos canais de acesso e agora a obra de expansão do cais de contêineres.

Portanto, a notícia que se segue, é fruto de intenso trabalho iniciado e continuado nas várias gestões da APPA, que colocará o porto de Paranaguá em posicionamento de destaque na operação de contêineres no Brasil.

A NOTÍCIA DO LICENCIAMENTO PELO IBAMA E INÍCIO DAS OBRAS


O governador Beto Richa e a direção do Terminal de Contêiners de Paranaguá (TCP) anunciaram em 26 de abril de 2012, em Curitiba, a construção do terceiro berço de atracação do terminal privado no Porto de Paranaguá. Serão construídos 315 metros de cais que permitirão a ampliação da capacidade operacional do terminal para 1,5 milhão de contêineres por ano, a partir de 2013. 

As obras terão início imediato, com prazo de conclusão de 14 meses. “Esta é a maior obra no Porto de Paranaguá nos últimos 14 anos e representa um passo muito importante em nossa estratégia de ampliar a capacidade e modernizar o porto, para facilitar as operações das nossas indústrias e do agronegócio, trazendo ganhos para todos os paranaenses”, disse o governador.

O superintendente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Luiz Henrique Dividino, disse que com o terceiro berço dedicado a contêineres será possível aumentar a produtividade do Porto de Paranaguá. Segundo ele, o TCP já é um dos mais modernos terminais da América Latina. “Com esta expansão teremos um terminal ainda mais moderno e com capacidade para ampliar a movimentação em Paranaguá”, disse Dividino.

Navios de grande porto como o Cosco Vietnam operação regularmente em Paranaguá com ampliação do cais e aprofundamento dos canais de acesso.

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) concedeu na quarta-feira (25) a licença de instalação para o início da obra. A autorização foi obtida após a realização de um estudo de impactos ambientais (EIA-RIMA), atendendo a todas as exigências do Ibama e das entidades responsáveis.

“Esse licenciamento é fruto de um trabalho de profunda relevância técnica, contemplando todos os aspectos sócios, econômicos e ambientais da área afetada. É uma obra da maior relevância e trará melhorias e ganhos de eficiência, qualidade para toda a cadeia produtiva localizada na área de influência do Porto de Paranaguá”, afirma Juarez Moraes e Silva, diretor-superintendente do TCP.

INVESTIMENTOS - O secretário da Infraestrutura e Logística, José Richa Filho, explicou que a construção do novo berço do TCP é parte de um conjunto de ações que trará uma nova realidade para o Porto de Paranaguá, com receberá novos investimentos do Estado, do governo federal e da iniciativa privada. “Vamos aumentar a produtividade e dobrando a capacidade de carga e descarga dentro de uma mesma área com a troca de equipamentos antigos por novos e por meio do repotenciamento do corredor de exportações”, disse Richa Filho.

O secretário lembrou ainda que outros investimentos estão sendo feitos para aumentar a capacidade do porto, como a dragagem de manutenção, que foi anunciada pelo governador há duas semanas e deve ser iniciada nos próximos 30 dias. A obra vai possibilitar a movimentação de navios em dois caminhos no canal de acesso, para entrada e saída. “Esta operação hoje está restrita devido ao assoreamento do canal”, explicou. O plano de dragagem contratado prevê a manutenção do canal acesso por um período de cinco anos, como era feito no passado. 

Novos portainers post Panamax adquiridos pelo TCP, proporcionam a Paranaguá possibilidades de aumento de produtividade.


CRESCIMENTO – A ampliação do terminal de contêineres faz parte de um plano de investimentos iniciado pelo TCP em 2011, que abrange também a compra de equipamentos e a melhoria dos processos do terminal. A empresa estima realizar um investimento de R$ 250 milhões.

Segundo Moraes e Silva, com novos equipamentos já em funcionamento a produtividade do TCP passou de 35 mph (movimentos por hora/navio) para mais de 60 mph neste mês de abril, possibilitando um crescimento na movimentação de 16% em relação ao primeiro trimestre de 2011.

Para ele, a maior eficiência possibilitará aos armadores, importadores, exportadores e transportadores expressivas reduções de tempo e custo quando da utilização dos serviços no Terminal, tornando o Porto de Paranaguá ainda mais competitivo.

Com a modernização dos equipamentos, a expectativa é passar de uma média de 800 mil TEUs/ano (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés), movimentados em 2011, para 1,2 milhão de contêineres, ainda em 2012.

Com a implantação do terceiro berço, a capacidade do TCP deve chegar em 1,5 milhão de TEUs/ano em 2013, com perspectiva de dobrar a capacidade atual de receber navios, que é de 850 embarcações por ano.

FONTES: Comentários iniciais do autor e reprodução da notícia do site oficial da APPA

23 de ago. de 2009

Terminal de Paranaguá recebe prêmio nacional de transporte e logística

Title: Container terminal (TCP) of Paranaguá port takes national logistics prize.
A partir de 2003, uma série de mudanças na logística dos portos do Paraná (Paranaguá e Antonina), mudaram a realidades destes portos no cenário portuário nacional.
Exemplos:
  • De 5º lugar, os portos do Paraná ocupam em 2009 o 2º lugar entre os portos públicos brasileiros na movimentação de contêineres;
  • A partir de 2009, liderança em operações com contêineres reefers (carnes congeladas);
  • Participação em mais de 40% nas exportações brasileiras de carnes congeladas/refrigeradas, com a adoção do "Corredor de Congelados", idealizado pelo ex-superintendente Eduardo Requião em 2007;
  • Adoção a partir de 2007, das "Janelas Públicas de Atracação", otimizando as operações de contêineres.

Vista aérea do porto de Paranaguá, com o TCP em primeiro plano.
Somando-se a competência gerencial do terminal situado no Porto Organizado de Paranaguá, em parceria com a Administração do porto (APPA), o Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP) mostrou ao mercado e aos experts em logística nacional exuberantes resultados e qualidade de seus serviços. Como resultado, foi eleito a melhor empresa do setor de Transporte e Logística do Brasil e recebeu na noite de 20 de agosto de 2009, o Prêmio “Valor 1000”, entregue pelo jornal Valor Econômico, de São Paulo.
Ao todo, empresas de 25 setores da economia serão premiadas por seus desempenhos econômicos, baseados em índices como eficiência, faturamento, investimentos e rentabilidade.
O ranking das empresas premiadas é publicado no anuário “Valor 1000” e é resultado de um estudo promovido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) em parceria com a Serasa.“É um prêmio que a empresa recebe e divide com toda a comunidade portuária de Paranaguá, que contribuiu decisivamente para que pudéssemos atingir essa excelência. O prêmio mostra ao Brasil que Paranaguá é uma solução logística extraordinária e competitiva em relação ao custo e tempo das operações. Esse prêmio nos dá muito orgulho e, ao mesmo tempo, requer muita responsabilidade, porque teremos que ser amanhã melhor do que somos hoje e seremos com a ajuda de toda a comunidade portuária”, declarou o diretor-superintendente do TCP, Juarez Moraes e Silva.

TCP: liderança em containers reefers entre os portos do Brasil.

Para o superintendente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Daniel Lúcio Oliveira de Souza, o desempenho do TCP eleva o terminal portuário paranaense ao reconhecimento nacional. “Esse prêmio é uma vitória que orgulha toda a comunidade portuária. Atualmente, enquanto a média nacional na movimentação de contêineres sofreu queda de 15%, o TCP teve um aumento de 4% na sua movimentação em relação a 2008. O terminal alcançou uma liderança no embarque de cargas congeladas e hoje detemos 40% das exportações deste segmento no Brasil”.

Em nove edições, o prêmio “Valor 1000” já homenageou, na categoria “Transporte e Logística”, empresas como TAM, Embraer, Gol, Aliança Navegação e América Latina Logística (ALL).

A cerimônia de entrega do prêmio contou com a presença do ministro da Fazenda, Guido Mantega.

O TCP, instalado na área leste do cais comercial do Porto de Paranaguá, o TCP atua há 11 anos no segmento de cargas conteinerizadas, explorando uma concessão pública na área do porto de Paranaguá.


Navio atracado em um dos atuais dois berços dedicados acontêineres no porto de Paranaguá.

Em 2008, o terminal movimentou mais de 604 mil TEUs (medida equivalente a um contêiner de 20 pés) e recebeu mais de 5 mil navios desde o início de suas atividades. O terminal ocupa a segunda colocação no ranking nacional do segmento e é líder na movimentação de produtos congelados no País. Entre seus últimos investimentos está a ampliação do número de tomadas para contêineres refrigerados, que passou de mil para 2,5 mil unidades.

Fonte: ASSCOM APPA e comentários do autor.

27 de mar. de 2009

TERMINAL DE CONTÊINERES DE PARANAGUÁ - TCP CHEGA AO NÚMERO DE 5.000 NAVIOS OPERADOS EM 10 ANOS

Title: PARANAGUÁ´S CONTAINERS TERMINAL REACHES 5.000 VESSELS AFTER 10 YEARS OPERATIONS.

O Porto de Paranaguá é hoje o 2º porto brasileiro no ranking de movimentações de contêineres do sistema portuário brasileiro. Em 5 anos passou: Rio de Janeiro, Rio Grande e Itajaí, ficando atrás de Santos, o maior do país.
Terminal de Contêineres de Paranaguá - TCP: Um dos maiores do Brasil e coloca sózinho o porto no 2º lugar do ranking nacional.

Como principal responsável por esta posição está o excelente desempenho do terminal público arrendado pela APPA para operadores privados, o Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP) atingiu no dia 27/03/09 a marca de 5 mil navios operados no Porto de Paranaguá.
Investimentos feitos nos últimos 10 anos em obras, equipamentos e serviços, permitiram que o TCP aumentasse a sua capacidade operacional, fator decisivo para que fosse escolhido pelos mais importantes armadores para a movimentação de cargas em contêineres, principalmente as refrigeradas.
A marca foi obtida na operação do navio full-container "Monte Cervantes", que possui capacidade para transportar 5.560 TEUs (medida internacional que equivale a um contêiner de 20 pés) e ficou atracado em Paranaguá até a madrugada de domingo (29/3).
A embarcação pertence ao grupo HSAC (Hamburg-Süd Aliança Navegação), dono dos maiores navios em operação na costa leste da América do Sul e possui 1.365 conexões para contêineres refrigerados.



Navio full-container Monte Cervantes

Segundo o diretor do TCP, Juarez Moraes e Silva, a marca de 5 mil navios consolida ainda mais o TCP como referência junto ao segmento de cargas congeladas do país.

“Somente em 2008, houve um crescimento de 20% na procura por contêineres refrigerados. No primeiro trimestre deste ano, conquistamos a posição de maior exportador de congelados do Brasil", destaca o dirigente portuário.

Juarez Moraes e Silva, diretor-superintendente do TCP.

O maior Terminal de Contêineres em número de tomadas da costa brasileira oferece 2.456 tomadas para contêineres reefers, dispostas em passarelas, o que facilita a plugagem e desplugagem e o monitoramento das cargas.

Esta infraestrutura para cargas congeladas, além de absorver as cargas que migraram do porto de Itajaí após a tragédia que se abateu em Santa Catarina no final de 2008, redirecionou cargas que eram operadas em Santos, fazendo que o primeiro de 2009 Paranaguá crescesse 33% nestas operações, enquanto que Santos e Itajaí reduziram suas movimentações em 21% e 51% respectivamente na comparação do 1º bimestre de 2009 com 2008.
Adaptado do release da ASSCOM/APPA.