Assistí tudo isso à distância depois de minha saída à frente da APPA em Abril 2010, quando um dos meu últimos atos foi o de reduzir em 50% as tarifas portuárias de cabotagem para o Porto de Antonina, colocando-o em vantagem à Paranaguá nesta área.
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18 de dez. de 2010
DON´T CRY FOR ME ANTONINA! O QUE GOVERNADOR BETO RICHA PRETENDE PARA O PORTO DE ANTONINA?
Assistí tudo isso à distância depois de minha saída à frente da APPA em Abril 2010, quando um dos meu últimos atos foi o de reduzir em 50% as tarifas portuárias de cabotagem para o Porto de Antonina, colocando-o em vantagem à Paranaguá nesta área.
1 de jun. de 2010
AUTONOMIA DO PORTO DE ANTONINA: UMA BOA DISCUSSÃO
Para quem está neste segmento, “guerra é guerra!”. Percebi isto no fim do ano de 2008 com a tragédia de Itajaí que paralisou aquele porto, gente em Paranaguá comemorando a desgraça dos outros, embora muitos ficassem solidários aos irmãos catarinenses. Mas, não sejamos ingênuos: para muitos “guerra é guerra!”.
- restabeleci as operações com carga geral para o terminal da Ponta do Félix- autorizei a dragagem de compensação após concordância do Tribunal de Contas e representações políticas de Antonina e seu CAP;- repactuamos o contrato do terminal possibilitando e oficializando de uma vez por todas as operações com todas as cargas, exceto as perigosas. Assim, não haverá mais riscos ao terminal que um superintendente em uma canetada bloqueie operações em Antonina, beneficiando empresas em Paranaguá, como já aconteceu.
19 de mai. de 2010
Apagão na logística dos portos.
Em 21 de janeiro de 2009 estava assinando com o Governador do Estado o contrato tão importante para a vinda dos portos de Paranaguá e a nossa Antonina, que já vinha enfrentando problemas operacionais graves.
• A distância entre a previsão desses investimentos e a realização física da obra preocupa os especialistas. Dos R$ 1,539 bilhão destinado a obras de dragagem e derrocamento para o período entre 2007 e 2011, apenas R$ 25,40 milhões foram aplicados até 2008. O programa prevê, ainda, investimentos de R$ 27,28 milhões em acessos terrestres a portos, para o mesmo período. Destes, R$ 11,80 milhões foram efetivados até o ano de 2008.
Ou seja: o administrador de portos no atual modelo brasileiro é antes de mais nada um herói.
Agora na iniciativa privada, vejo à distância as estruturas públicas que conviví nestes anos estão obsoletas e não conseguem mais dar respostas à velocidade com que os gargalos logísticos que o país enfrenta e que o estudo acima do IPEA bem diagnosticou.
30 de abr. de 2010
Porto de Antonina: Daniel Lúcio se despede da Superintendência da APPA com descontos tarifários para incentivar crescimento das operações.
18 de fev. de 2010
Os Portos brasileiros no PAC - Programa de Aceleração do Crescimento
Investimentos em infraestrutura portuária e demais acessos pelos modais rodoviários e ferroviários devem ser coordenados e caminhar juntos.
O costumeiro "gargalo portuário" nada mais é do que uma visão curta e restrita de uma macrologística que deve ser avaliada ampla. Portos de forma reducionista não são gargalos em si mesmos, fazem parte de algo maior e complexo.
- A melhoria na infraestrutura de acesso ao Porto de Paranaguá;
- Remodelação e ampliação do cais do Porto Barão de Teffé, em Antonina;
- Ampliação e remodelação do cais do Porto de Paranaguá;
- Construção de um Centro Cultural, no Porto de Paranaguá;
- Instalação de infraestrutura para gerenciamento de resíduos contaminantes provenientes de navios e instalações;
- Construção do novo Silo Público Graneleiro.
A ligação ferroviária entre Paranaguá e Engenheiro Bley, pela Ferroeste com apoio da Appa;
Construção de um trecho alternativo que se estende desde a sede do Porto de Antonina até a BR-277;
A construção de um terminal marítimo de passageiros, pela Prefeitura de Paranaguá, com as proposições de modificações feitas pela Appa e Capitania dos Portos do Paraná e Associação Comercial.
28 de dez. de 2009
Paranaguá e Antonina: Atracações em 2009 mostram que crise não afetou navegação marítima
A dragagem do Canal da Galheta, hidrovia vital ao acesso aos portos paranaenses de Paranaguá e Antonina garantiu a navegabilidade, segurança e credibilidade destes estratégicos pólos logísticos brasileiros, fazendo com que os números demonstrassem que com boas condições da infraestrutura marítima, estes portos são preferenciais nas rotas do Atlântico Sul.

Informações da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) mostram que, no acumulado do ano, 38% das embarcações movimentaram contêineres e 32% movimentaram granéis sólidos, sendo 47% do volume geral de navios com metragem que variou entre 151 e 200 metros de comprimento.
25 de dez. de 2008
Porto de Antonina: A revitalização de um dos portos mais tradicionais do Brasil
Até o famoso grupo Matarazzo construiu em Antonina um dos primeiros portos privados do país, hoje (desde 1975) uma ruína na mão de uns poucos herdeiros.
Recomeço e integração social - Uma ordem de serviço que integra o porto da cidade ao projeto “Porto Solidário”, que prevê o repasse de tarifas para as vítimas da enchente em Santa Catarina. “Usaremos um dos berços do terminal da Ponta do Félix para operação de navios que movimentem mercadorias não poluentes, além das cargas refrigeradas”, explicou o superintendente. Com esta medida, espera-se que a movimentação de cargas no Porto de Antonina aumente nos próximos meses.
A cerimônia, realizada na sede do Porto público Barão de Teffé, contou com a presença de autoridades locais como o prefeito eleito, Carlos Augusto Machado, e o presidente da Câmara de Vereadores, Luiz Carlos de Souza.
Foi assinada também, a Ordem de Serviço que autoriza a execução das obras para a revitalização do antigo trapiche da cidade, que será transformado em um receptivo de turistas. As obras do trapiche começarão no dia 5 de janeiro de 2009, resultado de um convênio entre a Appa e a Secretaria Estadual de Desenvolvimento Urbano (SEDU).
A obra está orçada em R$ 472.303,59. “A cidade de Antonina tem uma vocação turística que queremos estimular. O início das obras no trapiche mostra que o esforço feito pelo ex-superintendente Eduardo Requião e o secretário de desenvolvimento, Forte Neto, surtiram efeito. Esta obra é mérito do esforço dos dois”, disse Daniel. “O trapiche tem um valor muito grande para a economia da cidade e além de ser um aparelho turístico importante ele nos impulsionará a estender o projeto de atendimento ao turista, fazendo a revitalização da área localizada nas proximidades do receptivo”, afirmou o prefeito eleito Carlos Augusto Machado.
Segundo o diretor do Porto de Antonina, Paulo M. Rocha Fº, a assinatura dos dois documentos representa uma vitória para todos os cidadãos de Antonina. “Toda a diretoria da Appa nutre um carinho muito grande por Antonina e não estão sendo poupados esforços para trazer o nosso porto de volta aos bons tempos”, disse.
Para o presidente da câmara dos vereadores, a iniciativa da superintendência da Appa traz de volta a esperança à cidade de Antonina. “A assinatura destas ordens de serviço mostra que os interesses da cidade se sobrepõem aos interesses políticos. Tínhamos perdido as esperanças e hoje vimos que elas podem ser reascendidas”, disse Luiz Carlos Souza.
Revitalização do porto – O superintendente da Appa assinou ainda a autorização do projeto para a contratação de empresa que irá fazer a reforma da sede administrativa do Porto de Antonina, que está há 30 anos sem receber melhorias em sua infra-estrutura. “Este novo prédio vai servir de base para os órgãos federais em Antonina, essenciais para agilizar as operações portuárias.
“Antonina entrará com seu porto numa nova era”, disse o superintendente. “Recebemos essas obras como um grande presente do Governo do Estado. Toda a cidade depende da atividade portuária e nós agradecemos essas benfeitorias. Isso nos estimula a assumir a cidade com um novo astral e nada mais importante para o antoninense que ter essas obras anunciadas”, afirmou Machado.
Depois de 30 anos sem receber qualquer tipo de investimento em melhorias, a sede do Porto de Antonina passará por uma reestruturação total. O superintendente da APPA, Daniel Lúcio Oliveira de Souza, autorizou o início do projeto para a contratação de empresa que irá fazer a reforma da sede administrativa do Porto de Antonina. O edital deverá ser lançado em janeiro e a previsão é que a obra esteja concluída em 120 dias. A obra está orçada em R$ 440 mil e será paga integralmente com recursos da Appa.
A reforma do prédio em Antonina seguirá a mesma tendência utilizada na obra feita na sede administrativa do Porto de Paranaguá e inaugurada há cerca de dois anos.
O diretor do Porto de Antonina, Paulo M. Rocha Fº acredita que a obra é um marco no processo de revitalização do terminal. “Com os processos de revitalização do complexo portuário, esperamos ter a receita incrementada em pelo menos 50% nos próximos dois anos” comentou Rocha.
Modernidade - A sede do porto público de Porto de Antonina passará por uma reestruturação total. As áreas elétrica e hidráulica e o sistema de ar condicionado serão substituídos, oferecendo maior conforto aos 20 funcionários que trabalham no local. O prédio, de cerca de 400 m², manterá seus dois pavimentos e, após a reforma, terá condições de abrigar órgãos federais como a Receita Federal e o Ministério da Agricultura. Salas sem divisórias, centrais de trabalho dispostas de forma a integrar os ambientes e espaços mais amplos são algumas das mudanças que ocorrerão no prédio e que evidenciam o conceito de transparência adotada pela administração portuária.
Vocação portuária - Na área do Porto Organizado de Antonina existem dois terminais: o público denominado Barão de Teffé, em homenagem ao ministro da Marinha Imperial, que a mando de Dom Pedro II foi a Antonina fazer estudos oceanográficos para a tomada de decisão de onde se localizaria o futuro porto na Província do Paraná, sendo Antonina o local recomendado pelo Barão, despertando a ira dos Parnanguaras (cidadãos de Paranaguá). Mais tarde, o Imperador desconsiderou os estudos do Barão e decretou Paranaguá como o 'porto oceânico' da nova província, ganhando como homenagem o nome do terminal público de Paranaguá, e a ira dos Capelistas (cidadãos de Antonina).























